Apresentação

A ideia que acarretou a criação desse blog surgiu a partir da necessidade de um espaço alternativo para fomentar discussões e debates sobre temas diversos relacionados a realidade local, regional, nacional e até mesmo internacional. Os textos publicados neste veículo retratam nossas opiniões acerca da atual realidade, mas a participação de nossos leitores é de suma importância, nesse sentido, sintam-se a vontade para opinar, comentar as matérias e até enviar seus próprios textos para serem publicados neste ambiente virtual.

sábado, 28 de maio de 2011


A Internacional Socialista

Música: Pierre Degeyter (em 1888)
Letra: Eugene Pottier (em 1871)
De pé, ó vítimas da fome!
De pé, famélicos da terra!
Da ideia a chama já consome
A crosta bruta que a soterra
Cortai o mal bem pelo fundo!
De pé, de pé, não mais senhores!
Se nada somos em tal mundo
Sejamos tudo ó produtores!
Refrão:
Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional
Senhores patrões chefes supremos
Nada esperamos de nenhum!
Sejamos nós que conquistemos
A terra mãe livre comum!
Para não ter protestos vãos
Para sair deste antro estreito
Façamos com nossas mãos
Tudo o que a nós nos diz respeito!
Refrão
O crime do rico a lei o cobre
O Estado esmaga o oprimido
Não há direitos para o pobre
Ao rico tudo é permitido.
À opressão não mais sujeitos!
Somos iguais todos os seres
Não mais deveres sem direitos
Não mais direitos sem deveres!
Refrão
Abomináveis na grandeza,
Os reis da mina e da fornalha
Edificaram a riqueza
Sobre o suor de quem trabalha.
Todo o produto de quem sua
A corja rica o recolheu
Querendo que ele o restitua
O povo quer só o que é seu!
Refrão
Nós fomos de fumo embriagados
Paz entre nós guerra aos senhores
Façamos greve de soldados!
Somos irmãos trabalhadores!
Se a raça vil cheia de galas
Nos quer à força canibais
Logo verá que nossas balas
São para os nossos generais!
Refrão
Pois somos do povo os ativos
Trabalhador forte e fecundo
Pertence a terra aos produtivos
Ó parasita deixa o mundo!
Ó parasita que te nutres
Do nosso sangue a gotejar
Se nos faltarem os abutres
Não deixa o sol de fulgurar

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